“Nenhum homem é uma ilha, sozinho em si mesmo; cada homem é parte do continente, parte do todo; se um seixo for levado pelo mar, a Europa fica menor, como se fosse um promontório, assim como se fosse uma parte de seus amigos ou mesmo sua; a morte de qualquer homem me diminui, porque eu sou parte da humanidade; e por isso, nunca procure saber por quem os sinos dobram, eles dobram por ti”. – John Donne
sexta-feira, 2 de setembro de 2011
Filme Marcha da Educação
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
Educação tem que ser 10! Com esse lema estudantes e trabalhadores em educação de todo o País reivindicam mais investimentos na educação..
Estudantes, trabalhadores em educação, representantes de sindicatos e movimentos populares e estudantis realizaram hoje, 01, uma passeata em defesa de 10% do PIB para educação. Esse percentual garantiria uma melhor renumeração para os trabalhadores em educação e melhorias na infra-instrutora das escolas de todos os níveis de ensino.
O ato público começou as 08h30min da manhã, com a concentração no Largo Dr. Pio e logo após, os manifestantes dirigiram-se em passeata pelas ruas Gal. Neto, Gal. Vitorino, 24 de maio e Gal. Osório encerando o ato na frente do Hospital Universitário com uma mateada organizada pela APTAFURG.
Participaram do ato: URES - UJS - JPT - DCE FURG - CPERS - SINTERG - SIMPRO - APROFURG - APTAFURG - SINASEFE - SESIRG
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
Nancy Wake, "O Rato Branco" heroína da segunda guerra mundial morreu aos 98 anos

Em 1939 casou com o industrial francês Henri Edmond Fiocca, Morava em Marselha, na França , quando a Alemanha invadiu. Após a queda da França em 1940, ela tornou-se um mensageiro para a Resistência Francesa e, mais tarde juntou-se à rede de fuga do capitão Ian Garrow . Em referência a sua capacidade de evitar a captura, a Gestapo a chamou de “o Rato Branco”. Ficou conhecida pela sua capacidade de manter-se indetectável, e também por ter ajudado centenas de membros dos Aliados a fugir da França ocupada pelos Nazistas.
Em uma ocasião o abastecimento estava ameaçado por causa da destruição dos códigos de rádios, Nancy participou de uma maratona ciclística de 500 km, durante 72 horas passou por vários postos de controle alemães, a fim de encontrar um operador da Grã-Bretanha com os novos códigos de rádio.
A resistência francesa teve que ter muito cuidado com suas missões, como sua vida estava em perigo constante. Em 1943, ela era a pessoa mais procurada da Gestapo, com um preço estipulado de 5 milhões de francos por sua cabeça. Quando a rede foi traída em dezembro de 1943, teve que fugir de Marselha. Seu marido, Henri Fiocca, mais tarde foi capturado, torturado e executado pela Gestapo em 16 de outubro de 1943. Nancy havia sido presa em Toulouse, mas libertada quatro dias depois. Somente após o fim da guerra ficou sabendo que Gestapo havia torturado seu marido até a morte por se recusar a revelar o seu paradeiro, e sentiu-se culpada por isso.
Em abril 1944, ela foi para o pára-quedas Auvergne, tornando-se uma ligação entre Londres e os Maquis, grupo liderado pelo capitão Henri Tardivat. Parte de seu trabalho era alocar armas e equipamentos que estavam em pára-quedas, além de cuidar das finanças do grupo. Ela tornou-se especialista em recrutar mais membros, fazendo com que os grupos Maquis se tornassem uma força formidável, com cerca de 7.500 bravos guerreiros. Ela também liderou ataques a instalações da Gestapo em Montluçon .

"Ela é a mulher muito feminina eu sei, até que a luta começe. Então ela é como cinco homens." - Tardivat Henri
Após a guerra, Nancy tornou-se a mulher mais condecorada pelos aliados por sua atuação na segunda guerra mundial, foi agraciada pelos EUA com a Medalha George e também, com a Medalha da Liberdade , a Médaille de
Casou-se pela segunda vez em 1957, com um piloto de caça Inglês ex-RAF, John Melvin Forward. Seu marido, morreu
Em 1985, publicou sua autobiografia intitulada “Wake, The Mouse White” (Wake, o Rato Branco). O livro se tornou um best-seller, e foi reeditado várias vezes desde então. Em 2001, uma biografia abrangente sobre Wake foi escrita pelo autor australiano Peter FitzSimons e chamou Nancy Wake, A Biography of Our Heroine que,e também se tornou um best-seller. Naquele mesmo ano, ela deixou a Austrália pela última vez e emigrou para Londres.
Desde que teve um ataque cardíaco em 2003, Nancy vivia numa casa de repouso para veteranos em Londres, morreu aos 98 anos, na noite de domingo (07/08) no Hospital Kingston depois de ser internada no hospital com uma infecção no peito. Segundo a BBC, será cremada, suas cinzas serão espalhadas em Montlucon, no centro da França, local que presenciou muitas das suas façanhas.
“A liberdade é a única coisa pela qual vale a pena viver. Enquanto fazia este trabalho, costumava pensar que não me importava se morresse, porque sem liberdade viver é inútil”, disse a antiga espiã numa entrevista a BBC
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
Rudolf Brazda, o último dos "Triângulos Rosas"

Em 1934, Brazda foi condenado a seis meses de prisão em conformidade com a lei que proibia o homossexualismo. Foi preso novamente em 1938 e mandado para Buchenwald no centro da Alemanha, onde permaneeceu preso de 1941 a 1945. Estima-se que os nazistas tenham enviados para campos de concentração de 5.000 a 15.000 homossexuais.
Brazda saiu do anonimato em 2008, quando a Alemanha inaugurou um monumento para homenagear os "triângulos rosas" e anunciou que apenas uma testemunha do horror permanecia viva. Sua história foi registrado em livro, foi um dos autores do Itinerário de um triângulo rosa, no qual relembrou os 32 meses no campo de concentração, os trabalhos forçados, a presença da morte, as agressões e as humilhações.
"Depois da guerra, eu tive uma vida muito feliz. Nós já não eramos obrigados a se esconder, como antes, quando erámos considerados anormais,mas graças a Deus, hoje nós somos livres ", disse Brazda.

Triângulos Nazistas
Os campos de concentração nazistas, durante a Segunda Guerra Mundial, possuíam um sistema de figuras geométricas em forma de triângulos, para auxiliar na identificação do tipo de pessoa que a portava:
▼ Amarelo - judeus usavam dois triângulos sobrepostos, para formar a Estrela de Davi, com a palavra "Jude" inscrita, aqueles que eram considerados apenas parcialmente judeus, muitas vezes usavam apenas um triângulo amarelo.
▼ Vermelho - dissidentes políticos, incluindo comunistas, sociais-democratas, liberais, anarquistas e maçons.
▼ Verde - criminoso comum. Criminosos de ascendência ariana recebiam frequentemente privilégios especiais nos campos e poder sobre outros prisioneiros.
▼ Púrpura (roxo) - basicamente aplicava-se a todos os objetores de consciência por motivos religiosos, por exemplo, as Testemunhas de Jeová, que negavam-se a participar dos empenhos militares da Alemanha nazista e a renegar sua fé assinando um termo declarando que serviriam a Adolf Hitler.
▼ Azul - imigrantes. Foram usados, por exemplo, pelos prisioneiros Espanhóis que se exilaram em França a seguir à derrota na revolução Espanhola, e que mais tarde foram deportados para a Alemanha considerados como apátridas.
▼ Castanho - ciganos roma e sinti.
▼ Negro - lésbicas e mulheres "anti-sociais". (alcoólatras, grevistas, feministas, deficientes e mesmo anarquistas).
▼ Rosa - homossexuais.
Além do código das cores, alguns subgrupos tinham o complemento de uma letra localizada no centro do triângulo, para especificar prefixo do país de origem do prisioneiro, por exemplo: B para belgas; F para franceses; I para italianos; P para polacos; S para espanhois;T para tchecos; U para húngaros.
sábado, 23 de julho de 2011
Amy Winehouse: Drogas vencem talento
Na tarde deste sábado, morreu em Londres a talentosa cantora e compositora Amy Winehouse, influenciada desde criança por seus tios que eram músicos profissionais de Jazz, Amy formou sua primeira banda aos 10 anos de idade, aos 16 obteve seu primeiro contrato profissional com uma gravadora e aos 20 gravou seu primeiro disco.